Domingo, 20 de Outubro de 2019

ENERGIA ELÉTRICA

Energisa realiza megaoperação para modernização da rede elétrica na região do Jalapão

Mais de 170 profissionais estão envolvidos no trabalho, entre eletricistas, técnicos, analistas e engenheiros

Divulgação/Energisa
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02 outubro, 2019 às 15:52

Até a próxima sexta-feira, 04 de outubro, a Energisa realiza na região do Jalapão uma megaoperação de modernização da rede elétrica e manutenção preventiva. Com este trabalho, espera-se o aumento da capacidade de fornecimento de energia elétrica e a preparação para o recebimento de novas indústrias, comércios e residências na região. 

A operação envolve o trabalho de 160 eletricistas, além de técnicos, analistas, engenheiros e gestores da Energisa. A empresa já investiu, neste ano, mais de RS 4 milhões no trecho da rede que atende Mateiros, São Félix e Chapada Mangabeiras, onde foram instalados equipamentos para melhoria do nível de tensão e recomposição do fornecimento em menor tempo, e foi realizado o controle de vegetação nas áreas rurais.

Também estão sendo instalados dois grupos geradores para garantir o fornecimento de energia, de forma automática, em situações de falta da linha, e uma base operacional em Mateiros e em São Félix, o que vai facilitar o trabalho da distribuidora de energia. 

Em 2018 foram investidos cerca de R$ 1,57 milhões na manutenção de toda a extensão da rede do Jalapão com a substituição de postes, cruzetas, isoladores e instalação de para-raios e religadores. Já em 2020, está previsto um investimento de mais R$ 2 milhões, destinado a renovação dos geradores de São Felix e a ampliação de redes de atendimento de novos clientes. 

De acordo com o gerente de Construção e Manutenção da Energisa, Alberto Cunha, o trabalho na região do Jalapão é estratégico, contínuo e realizado em etapas para diminuir os impactos das ações. "A região do Jalapão tem o acesso difícil, sendo necessária uma grande operação. Para reduzir o impacto, estamos envolvendo muito profissionais, agilizando o trabalho e garantindo que o tempo do desligamento seja o menor possível", reforça Cunha.