O Brasil ganhou mais uma vez visibilidade internacional em um dos mais influentes rankings de turismo do mundo. O Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho (MG), foi selecionado pelo The New York Times como um dos “52 lugares para visitar em 2026”, lista anual que aponta destinos estratégicos e tendências globais de viagem para o ano seguinte.
A publicação, referência mundial em jornalismo e turismo, destacou o destino mineiro como um “extenso museu de arte contemporânea a céu aberto, que reúne arquitetura singular, um vasto jardim botânico e uma das mais importantes coleções de arte do Brasil e do mundo”.
Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o reconhecimento reafirma a força do país no turismo cultural e sustentável, alinhado às estratégias de promoção internacional conduzidas pela Embratur.
“Esta publicação é fruto da efetividade das ações de posicionamento do Brasil no exterior, especialmente na promoção de destinos que unem cultura, arte, criatividade e biodiversidade, atributos cada vez mais valorizados no mercado global de turismo. Estamos trabalhando para, cada vez mais, ampliar a visibilidade internacional do país, diversificar a oferta turística e consolidar o Brasil como um destino capaz de oferecer experiências únicas, inovadoras e conectadas à sua identidade cultural”, salientou Freixo.
Inhotim
Na descrição publicada pelo The New York Times, Inhotim é apresentado como um museu de grande escala, com mais de 500 obras distribuídas em 24 galerias, integradas a um jardim botânico que abriga espécies de diferentes biomas. A matéria ressalta que o volume e a diversidade da experiência tornam o destino ideal para visitas prolongadas, ampliando o tempo de permanência do turista internacional na região.
A publicação também destaca a programação especial de 20 anos de abertura ao público, celebrados em 2026, com exposições que exploram a identidade afro-amazônica do Brasil e ampliam o diálogo com artistas indígenas sul-americanos.
Brasil é tendência global
A lista “52 lugares para visitar em 2026” reúne destinos de diferentes continentes que representam novas narrativas de viagem, incluindo experiências culturais profundas, sustentabilidade, transformação social e conexão com o território. Ao integrar esse grupo, o Brasil fortalece sua imagem como um destino diverso, contemporâneo e alinhado às demandas do viajante internacional.
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