A Embratur, o Ministério da Cultura e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) assinaram, nesta segunda-feira (19), na Cidade do Samba, o termo de cooperação que assegura o apoio do Governo do Brasil à realização dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. O acordo prevê o repasse de R$12 milhões, distribuídos de forma igualitária entre as 12 agremiações.
O apoio federal ao Carnaval do Rio tem sido mantido nos últimos anos e reforça o evento como um dos maiores espetáculos culturais do planeta, com forte impacto turístico, econômico e simbólico para a cidade e para o Brasil. Levantamento feito pela Embratur aponta para um crescimento de turistas internacionais durante o período de Carnaval deste ano. Até o momento, mais de 34 mil passagens aéreas foram compradas mundo afora com destino ao Rio de Janeiro entre 7 e 15 de fevereiro. Isso já corresponde a um aumento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destacou o papel estratégico do Carnaval na promoção internacional do Brasil e na geração de emprego e renda. “O Carnaval da Sapucaí é uma vitrine do Brasil. É a nossa imagem para mais de 160 países. Investir nesse evento é fortalecer a nossa imagem no exterior, impulsionar o turismo e garantir que essa cadeia econômica continue gerando emprego e renda para milhares de pessoas”, disse Freixo.
Cassius Rosa, secretário executivo adjunto do Ministério da Cultura, ressaltou a importância do apoio público à maior manifestação cultural do país. “O Carnaval é patrimônio cultural brasileiro e política pública. Esse apoio reafirma o compromisso do Governo do Brasil com a cultura popular, com os trabalhadores do Carnaval e com a preservação dessa tradição que move o país”, declarou.
Já o presidente da Liesa, Gabriel David, celebrou a parceria e a previsibilidade garantida às escolas de samba. “O Carnaval é uma das principais manifestações culturais do país e as escolas de samba movimentam a economia não apenas no período dos desfiles, mas o ano todo, com ensaios, feijoadas e outras atividades culturais e sociais. Isso sem falar na geração de empregos, com uma imensa cadeia produtiva que atua nos barracões, criando e desenvolvendo o maior espetáculo da Terra”, celebrou Gabriel


